Amigo de Mutarelli, produtor aposta no sucesso de Quando Eu Era Vivo

Amigo de Mutarelli, produtor aposta no sucesso de Quando Eu Era Vivo

 

Por Adriano Garrett, de Tiradentes

 

Filme de abertura da 17ª Mostra de Cinema de Tiradentes, Quando Eu Era Vivo (dirigido por Marco Dutra) é uma adaptação do livro A Arte de Produzir Efeito Sem Causa, de Lourenço Mutarelli. O escritor paulista teve outras obras transformadas recentemente em longas-metragens (O Cheiro do Ralo e Natimorto), e todas elas têm em comum o nome do produtor Rodrigo Teixeira.

“Sou amigo do Lourenço há oito anos, e inclusive esse novo filme é uma adaptação de um livro dedicado a mim. Não é pela amizade que eu invisto nesses filmes, e sim porque eu realmente acho que os livros do Lourenço dão bons filmes”, explicou Teixeira em conversa com o Cine Festivais.  

Embora trate de temas recorrentes na obra de Lourenço, trazendo personagens isolados, Quando Eu Era Vivo é uma adaptação que se distingue das demais por ser um filme de terror, gênero pouco explorado pela filmografia brasileira recente. Essa peculiaridade, contudo, não foi o que atraiu o produtor para a história.

“Eu sou um cara que tenho adoração por qualquer tipo de gênero, sou cinéfilo antes de mais nada. Gosto de produzir coisas em que eu acredito, e depois que eu vi a sessão de abertura (da Mostra de Tiradentes) eu acho que esse filme tem grande chance de ser bem sucedido. A maior parte do público gostou, então eu acredito que o filme tem potencial para ser um sucesso bacana”, aposta Teixeira, que recentemente produziu nos EUA os filmes Frances Ha e Night Moves.

Quando Eu Era Vivo tem estreia prevista nos cinemas brasileiros para a próxima sexta-feira, dia 31 de janeiro.

 

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Crítica do filme Quando Eu Era Vivo

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