De Tiradentes

 

Filme de abertura da 17ª Mostra de Cinema de Tiradentes, Quando Eu Era Vivo (dirigido por Marco Dutra) é uma adaptação do livro A Arte de Produzir Efeito Sem Causa, de Lourenço Mutarelli. O escritor paulista teve outras obras transformadas recentemente em longas-metragens (O Cheiro do Ralo e Natimorto), e todas elas têm em comum o nome do produtor Rodrigo Teixeira.

“Sou amigo do Lourenço há oito anos, e inclusive esse novo filme é uma adaptação de um livro dedicado a mim. Não é pela amizade que eu invisto nesses filmes, e sim porque eu realmente acho que os livros do Lourenço dão bons filmes”, explicou Teixeira em conversa com o Cine Festivais.  

Embora trate de temas recorrentes na obra de Lourenço, trazendo personagens isolados, Quando Eu Era Vivo é uma adaptação que se distingue das demais por ser um filme de terror, gênero pouco explorado pela filmografia brasileira recente. Essa peculiaridade, contudo, não foi o que atraiu o produtor para a história.

“Eu sou um cara que tenho adoração por qualquer tipo de gênero, sou cinéfilo antes de mais nada. Gosto de produzir coisas em que eu acredito, e depois que eu vi a sessão de abertura (da Mostra de Tiradentes) eu acho que esse filme tem grande chance de ser bem sucedido. A maior parte do público gostou, então eu acredito que o filme tem potencial para ser um sucesso bacana”, aposta Teixeira, que recentemente produziu nos EUA os filmes Frances Ha e Night Moves.

Quando Eu Era Vivo tem estreia prevista nos cinemas brasileiros para a próxima sexta-feira, dia 31 de janeiro.

 

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Crítica do filme Quando Eu Era Vivo